sábado, 8 de junho de 2013

A mágico mundo dos livros
     Quem já mergulhou na magia dos livros sabe o quanto é maravilhoso descobrir os segredos das histórias que só se encontram nas produções dos grandes ícones da literatura. Diante disso falo para aqueles, que como eu, vem cada dia procurando interagir com os diversos tipos de textos, estes, os quais tem a capacidade de nos transportar para outra dimensão.
     Certo dia, sem querer, pude ler um livro "A casa da madrinha" da Lygia Bojunga, e de lá para cá perdi a conta, só sei que leio no mínimo vinte livros por ano, e essa experiência tem me levado a entender que o ser humano pode melhorar o meio em que vive, basta acreditar nos seus sonhos e na sua capacidade de aprender sempre.
     Diante disso, deixo um lembrete para aqueles que nunca conseguiram ler uma obra literária, vocês não imaginam o quanto estão desperdiçando a oportunidade de ir além dos seus sonhos de vida. porque a leitura  possibilitará ao leitor a capacidade de participar crítico e ativamente do meio social no qual está inserido.
     Duvido que a pessoa que tem um bom desempenho na leitura não seja um sujeito diferenciado no meio que o rodeia, pois o conhecimento dos livros proporciona a capacidade de desenvoltura de diálogo.

simulado de português

SIMULADO LÍNGUA PORTUGUESA

1. De acordo com o ditado popular "invejoso nunca medrou, nem quem perto dele morou",

a) o invejoso nunca teve medo, nem amedronta seus vizinhos;
b) enquanto o invejoso prospera, seus vizinhos empobrecem;
c) o invejoso não cresce e não permite o crescimento dos vizinhos;
d) o temor atinge o invejoso e também seus vizinhos;
e) o invejoso não provoca medo em seus vizinhos.


2. Leia e responda:

"O destino não é só dramaturgo, é também o seu próprio contra-regra, isto é, designa a entrada dos personagens em cena, dá-lhes as cartas e outros objetos, e executa dentro os sinais correspondentes ao diálogo, uma trovoada, um carro, um tiro."

Assinale a alternativa correta sobre esse fragmento de D. Casmurro, de Machado de Assis:

a) é de caráter narrativo;
b) é de caráter reflexivo;
c) evita-se a linguagem figurada;
d) é de caráter descritivo;
e) não há metalinguagem.

3. "Tão barato que não conseguimos nem contratar uma holandesa de olhos azuis para este anúncio."

No texto, a orientação semântica introduzida pelo termo nem estabelece uma relação de:

a) exclusão;
b) negação;
c) adição;
d) intensidade;
e) alternância.

Texto para a questão 4.

– Ah, não sabe? Não o sabes? Sabes-lo não?
– Esquece.
– Não. Como "esquece"? Você prefere falar errado? E o certo é "esquece" ou "esqueça"? Ilumine-me. Mo
diga. Ensines-lo-me, vamos.
– Depende.
– Depende. Perfeito. Não o sabes. Ensinar-me-lo-ias se o soubesses, mas não sabes-o.
– Está bem. Está bem. Desculpe. Fale como quiser.

(L. F. Veríssimo, Jornal do Brasil, 30/12/94)

4. O texto tem por finalidade:

a) satirizar a preocupação com o uso e a colocação das formas pronominais átonas;
b) ilustrar ludicamente várias possibilidades de combinação de formas pronominais;
c) esclarecer pelo exemplo certos fatos da concordância de pessoa gramatical;
d) exemplificar a diversidade de tratamentos que é comum na fala corrente.
e) valorizar a criatividade na aplicação das regras de uso das formas pronominais.

5. Bem cuidado como é, o livro apresenta alguns defeitos. Começando com "O livro apresenta alguns defeitos",

o sentido da frase não será alterado se continuar com:

a) desde que bem cuidado;
b) contanto que bem cuidado;
c) à medida que é bem cuidado;
d) tanto que é bem cuidado;
e) ainda que bem cuidado.

Texto para as questões 6 e 7.

"Eu considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros, e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d’água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas.

Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com um mínimo de elementos.

De água e luz ele faz seu esplendor, seu grande mistério é a simplicidade. Considerei, por fim, que assim é o amor, oh minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz do teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico."

(Rubem Braga, 200 Crônicas Escolhidas)

6. Nas três "considerações" do texto, o cronista preserva, como elemento comum, a idéia de que a sensação de esplendor:

a) ocorre de maneira súbita, acidental e efêmera;
b) é uma reação mecânica dos nossos sentidos estimulados;
c) decorre da predisposição de quem está apaixonado;
d) projeta-se além dos limites físicos do que a motivou;
e) resulta da imaginação com que alguém vê a si mesmo.

7. Atente para as seguintes afirmações:

I - O esplendor do pavão e o da obra de arte implicam algum grau de ilusão.
II - O ser que ama sente refletir em si mesmo um atributo do ser amado.
III - O aparente despojamento da obra de arte oculta os recursos complexos de sua elaboração.

De acordo com o que o texto permite deduzir, apenas:

a) as afirmações I e III estão corretas;
b) as afirmações I e II estão corretas;
c) as afirmações II e III estão corretas;
d) a afirmação I está correta;
e) a afirmação II está correta.

Texto para as questões 8 e 9.

"Em nossa última conversa, dizia-me o grande amigo que não esperava viver muito tempo, por ser um "cardisplicente".

– O quê?
– Cardisplicente. Aquele que desdenha do próprio coração.
Entre um copo e outro de cerveja, fui ao dicionário.
– "Cardisplicente" não existe, você inventou – triunfei.
– Mas seu eu inventei, como é que não existe? – espantou-se o meu amigo.
Semanas depois deixou em saudades fundas companheiros, parentes e bem-amadas. Homens de bom coração não deveriam ser cardisplicentes."


8. Conforme sugere o texto, "cardisplicente" é:

a) um jogo fonético curioso, mas arbitrário;
b) palavra técnica constante de dicionários especializados;
c) um neologismo desprovido de indícios de significação;
d) uma criação de palavra pelo processo de composição;
e) termo erudito empregado para criar um efeito cômico.

9. "– Mas se eu inventei, como é que não existe?"

Segundo se deduz da fala espantada do amigo do narrador, a língua, para ele, era um código aberto:

a) ao qual se incorporariam palavras fixadas no uso popular;
b) a ser enriquecido pela criação de gírias;
c) pronto para incorporar estrangeirismos;
d) que se amplia graças à tradução de termos científicos;
e) a ser enriquecido com contribuições pessoais.

Texto para as questões 10 e 11.

"A triste verdade é que passei as férias no calçadão do Leblon, nos intervalos do novo livro que venho penosamente perpetrando. Estou ficando cobra em calçadão, embora deva confessar que o meu momento calçadônido mais alegre é quando, já no caminho de volta, vislumbro o letreiro do hotel que marca a esquina da rua onde finalmente terminarei o programa-saúde do dia. Sou, digamos, um caminhante resignado. Depois dos 50, a gente fica igual a carro usado, é a suspensão, é a embreagem, é o radiador, é o contraplano do rolabrequim, é o contrafarto do mesocárdio epidítico, a falta da serotorpina folimolecular, é o que mecânicos e médicos disseram. Aí, para conseguir ir segurando a barra, vou acatando os conselhos. Andar é bom para mim, digo sem muita convicção a meus entediados botões, é bom para todos."

(João Ubaldo Ribeiro, O Estado de S. Paulo, 6/8/95)



10. No período que se inicia em "Depois dos 50...", o uso de termos (já existentes ou inventados) referentes a áreas diversas tem como resultado:

a) um tom de melancolia, pela aproximação entre um carro usado e um homem doente;
b) um efeito de ironia, pelo uso paralelo de termos da medicina e da mecânica;
c) uma certa confusão no espírito do leitor, devido à apresentação de termos novos e desconhecidos;
d) a invenção de uma metalinguagem, pelo uso de termos médicos em lugar de expressões corriqueiras;
e) a criação de uma metáfora existencial, pela oposição entre o ser humano e objetos.

11. Na frase "Aí, para conseguir ir segurando a barra, vou acatando os conselhos...". Aí será corretamente substituído, de acordo com seu sentido no texto, por:

a) Nesse lugar
b) Nesse instante
c) Contudo
d) Em conseqüência
e) Ao contrário

12. A prosopopéia, figura que se observa no verso "Sinto o canto da noite na boca do vento", ocorre em:

a) "A vida é uma ópera e uma grande ópera."
b) "Ao cabo tão bem chamado, por Camões, de ‘Tormentório’, os portugueses apelidaram-no de ‘Boa Esperança’."
c) "Uma talhada de melancia, com seus alegres caroços."
d) "Oh! eu quero viver, beber perfumes, Na flor silvestre, que embalsama os ares."
e) "A felicidade é como a pluma..."

13.

Folha: De todos os ditados envolvendo o seu nome, qual o que mais lhe agrada?
Satã: O diabo ri por último.
Folha: Riu por último.
Satã: Se é por último, o verbo não pode vir no passado.

(O Inimigo Cósmico, Folha de S. Paulo, 3/9/95)

Rejeitando a correção ao ditado, Satã mostra ter usado o presente do indicativo com o mesmo valor que tem em:

a) Romário recebe a bola e chuta. Gooool!
b) D. Pedro, indignado, ergue a espada e dá o brado de independência.
c) Todo dia ela fez tudo sempre igual.
d) O quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos.
e) Uma manhã destas, Jacinto, apareço no 202 para almoçar contigo.

14. Reflita sobre o diálogo abaixo:

X – Seu juízo melhorou?
Y – Bom... é o que diz nosso psiquiatra.
Em Y:

(1) Bom não se classifica como adjetivo.
(2) é diz estão conjugados no mesmo tempo.
(3) é pronome demonstrativo.
(4) psiquiatra é o núcleo do sujeito.
Somando-se os números à esquerda das declarações corretas com referência a Y, o resultado é:

a) 6
b) 7
c) 8
d) 9
e) 10

15. "(...) a gíria desceu o morro e já ganhou rótulo de linguagem urbana. A gíria é hoje o segundo idioma do brasileiro. Todas as classes sociais a utilizam."

(Rodrigues, Kanne. Língua Solta. O Povo. Fortaleza, 30/12/93. Caderno B, p. 6)

Assinale a letra em que não se emprega o fenômeno lingüístico tratado no texto.

a) A linguagem tida como padrão, galera, é a das classes sociais de maior prestígio econômico e cultural b) Gíria não é linguagem só de marginal, como pensam alguns indivíduos desinformados.
c) Apesar de efêmera e descartável, a gíria é um barato que enriquece o idioma.
d) "A gíria enriquece tanto a linguagem como o poder de interação entre as comunidades. Sacou?!"
e) O economista começou a falar em indexação, quando rolava um papo super cabeça sobre babados mil.

As questões 16 e 17 deverão ser respondidas a partir do texto que segue. Os números entre parênteses, nas alternativas, remetem as linhas do texto.

"Sou, em princípio, contra a pena de morte, mas admito algumas exceções. Por exemplo: pessoas que contam anedotas como se fossem experiências reais vividas por elas e só no fim você descobre que é anedota. Estas deviam ser fuziladas.
Todos os outros crimes puníveis com a pena capital, na minha opinião, têm a ver, de alguma maneira, com telefone.
Cadeira elétrica para as telefonistas que perguntam: "Da onde?"
Forca para pessoas que estendem o polegar e o dedinho ao lado da cabeça quando querem imitar um telefone.
(Curiosamente, uma mímica desenvolvida há pouco. Ninguém, misericordiosamente, tinha pensado nela antes, embora o telefone, o polegar e o mindinho existam há anos).
Garrote vil para os donos de telefone celular em geral e garrote seguido de desmembramento para os donos de telefone celular que gostam de falar no meio de multidões e fazem questão de que todos saibam que se atrasou para a reunião porque o furúnculo infeccionou.
(Claro, a condenação só viria depois de um julgamento, mas com o Aristides Junqueira na defesa.)"

(L. F. Veríssimo, "Morte", Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 22/12/1994. Caderno Opinião, p. 11)

16. Atente para o conteúdo de (a) (b) e (c)

(a) Nem toda telefonista merece cadeira elétrica.
(b) Aristides Junqueira na acusação: réu descriminado.
(c) Deve-se aplicar exatamente a mesma penalidade aos donos de telefone.

Considerando o texto:

a) apenas uma letra é correta;
b) só uma letra é incorreta;
c) todas as letras são corretas;
d) a maioria das letras é incorreta;
e) nenhuma letra é correta.

17. Indique a alternativa correta:

a) em princípio (l. 1) tem sentido equivalente a por princípio;
b) como se (l. 3) estabelece, ao mesmo tempo, uma relação de aparência e dúvida;
c) deviam (l. 4) corresponde ao futuro do pretérito;
d) Em Todos os (l. 6), o artigo poderia ser dispensado;
e) têm a ver (l. 7) constitui um todo indissociável cuja idéia central é expressa pelo verbo auxiliar.

18. Assinale a alternativa que contém a correta classificação morfológica da palavra que, de acordo com a ordem em que aparece no seguinte período: "O certo é que não levantou os olhos para mim porque queria que abençoasse aquele recanto de terra, que lhe dera algumas ilusões.":

a) pronome relativo – pronome relativo – conjunção subordinativa integrante;
b) conjunção subordinativa integrante – conjunção subordinativa adverbial causal – pronome relativo;
c) conjunção subordinativa integrante – conjunção subordinativa integrante – conjunção subordinativa integrante;
d) pronome relativo – conjunção subordinativa integrante – pronome relativo;
e) conjunção subordinativa integrante – conjunção subordinativa integrante – pronome relativo.

19. "__________ chegando os compradores que _________ os imóveis – disse o corretor, quando _____________ na conversa."

a) Vêem - valorizam - interveio;
b) Vêm - valorizem - interviu;
c) Vêem - valorizem - interveio;
d) Vêm - valorizam - interveio;
e) Vem - valorizam - interveio.

20. Disseram para _______ falar ________ ontem, mas não ________ encontrei em parte alguma.

a) mim - consigo - o;
b) eu - com ele - lhe;
c) mim - consigo - lhe;
d) mim - contigo - te;
e) eu - com ele -o;




<<< BOA SORTE>>>


sábado, 23 de março de 2013

O blog como espaço de aprendizagem


Boa noite pessoal estive ausente por algum tempo, mas retornei e minhas postagens servirão de apoio para os meus alunos, da escola Cicero Bezerra.
Postarei orientações para atividades, links para a ampliação do conhecimento de determinado assunto, apostilhas etc.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Professor Leosmar: ativ-1-1

Se algum dia você tiver a oportunidade de ler o livro  Verônika Decide Morrer, de Paulo coelho irá se apaixonar com a história de uma jovem de 24 anos, linda, solteira e bem sucedida na vida, porém descobrirá que a sociedade é extremamente cruel com as pessoas que tem uma visão de mundo o qual não se enquadra nos padrões "normais" propagado por aqueles que ditam as regras sociais. Este livro faz com que todos que o lê perceba a magia das palavras, onde o escritor faz o leitor mergulhar fundo nos segredos da alma, transportando-o para dentro do livro. Neste o leitor sente-se como um personagem da história.
Uma boa dica de leitura para quem está entediado com a vida. Leia as obras de Paulo Coelho, ele é simplesmente     o escritor brasileiro mais lido no mundo, quer mais, o mesmo é capaz de tocar no mais íntimo do ser humano.
Recomendo... O Alquimista; Na Margem do Rio Piedra Eu Sentei e Chorei; Ser Como Um Rio Que Flui; O Vencedor Está Só; O Diário de Um Mago entre outros...